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Dulce ... |
Dulce Se houvesse ainda talismã bendito, Que desse ao pântano — a corrente pura, Musgo — ao rochedo, festa — à sepultura, Das águias negras — harmonia ao grito..., Se alguém pudesse ao infeliz precito Dar lugar no banquete da ventura... E trocar-lhe o velar da insônia escura No poema dos beijos — infinito..., Certo... serias tu, donzela casta, Quem me tomasse em meio do Calvário A cruz de angústias, que o meu ser arrasta!... Mas se tudo recusa-me o fadário, Na hora de expirar, ó Dulce, basta Morrer beijando a cruz de teu rosário!... |
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